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Reunião com o Governo - 4 de Abril

A Frente Sindical, coordenada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e Entidades com Fins Públicos (STE), reuniu hoje com o Governo, representado pela Sr.ª Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, tendo como pontos da ordem de trabalhos o Decreto-Lei de Execução Orçamental e as Carreiras. O STE teve ainda ocasião de demonstrar a sua preocupação quanto à forma como está a decorrer o processo de regularização dos vínculos precários em algumas Comissões de Avaliação Bipartidas (CAB)

 

Convocatória para a Assembleia Geral ordinária do STE dia 27 de Março

Para análise e votação do relatório e contas de 2017, orçamento 2018 e parecer do Conselho Fiscal

 

Exigimos valorização salarial e reformas dignas

O caminho seguido até aqui permitiu reverter algumas das medidas de austeridade impostas aos funcionários públicos mas a verdade é que estamos, hoje, a viver com um rendimento real inferior ao de 2010. Este é, por isso, o tempo de exigirmos uma verdadeira valorização salarial.

 

Reunião com o Governo - 26 de Fevereiro

A Frente Sindical, coordenada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e Entidades com Fins Públicos (STE), reuniu hoje com o Governo, representado pela Sr.ª Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, tendo como ponto único da ordem de trabalhos, no âmbito do protocolo negocial para 2018, algumas carreiras não revistas da Administração Pública.

 

Reunião com o Governo - 14 de Fevereiro

A Frente Sindical, coordenada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) reuniu hoje com o Governo, representado pela Sr.ª Secretária de Estado da Administração Pública e do Emprego Público (...) O STE propôs ainda ao Governo a revisão das carreiras ainda não revistas, bem como a revisão da Tabela Remuneratória Única.

 

Dez anos é muito tempo

As recentes declarações do porta-voz do PS e do ministro dos Negócios Estrangeiros sobre a impossibilidade de aumentos salariais na função pública em 2019 merecem o nosso total repúdio.

E não deixaremos de mostrar o nosso protesto se o governo insistir nesta política de congelamento salarial.

 

Os números falam por si: Em 2018 as remunerações mensais dos funcionários públicos vão baixar

Com efeito, de acordo com a situação de 5 casos diferentes de progressão na carreira de técnicos superiores da AP, já a partir deste mês e até Agosto, o seu salário bruto vai diminuir entre 63€ e 49€/mês (entre -3,5% e -2,4%). Isto porque, a progressão não será total (mas sim faseada através de 4 prestações ao longo de 2018 e 2019) e, por conseguinte, de Janeiro a agosto de 2018, a progressão de apenas 25%, não compensa a perda de 50% do duodécimo do subsídio de natal recebido ao longo de 2017. Mas, a descida não fica por aqui.

 

Não podemos ficar indiferentes, nem ficar calados

Olhados de forma individual são valores significativos. Mas a sua importância perde-se quando os comparamos com os benefícios fiscais que em 2016 foram concedidos às empresas e a outras entidades e que ascenderam a 2 481 217 770 euros.

Dito de outra forma: foi esta a dimensão da receita fiscal de que o Estado abdicou e que ficou no bolso de mais de 35 mil empresas e entidades (incluindo IPSS, autarquias, igrejas, partidos políticos).

O valor não nos pode deixar indiferentes.

E também não nos deve deixar calados.

 

 

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